Santana vs. Guterres
Este deverá ser o principal duelo presidencial.
Santana está mortinho por ser candidato e Guterres tenta manter-se no palca mediático, como se pode ver pela recente reeleição para Presidente da Internacional Socialista (alguém sabe o que faz esta organização?).
Cavaco Silva, o candidato mais forte do centro-direita, não deve estar para se sujeitar a novas eleições. Já tem uma certa idade, está reformado e não quererá arriscar ser derrotado duas vezes nas Presidenciais.
O homem que fugiu quando o País entrou no pântano, deverá representar a esquerda no ansiado "combate". Vai ser gira a tentativa de refazer a história, modificando a sua fuga do governo para uma saída digna de quem não estava agarrado ao poder.
Eu preferia Cavaco vs. Guterres, pois acho que Santana Lopes ainda pode prestar relevantes serviços ao País antes de ser PR....
A ver vamos...
segunda-feira, 3 de novembro de 2003
quinta-feira, 30 de outubro de 2003
segunda-feira, 27 de outubro de 2003
Os Estudantes e o Civismo
Os estudantes têm vindo a manifestar-se, de forma legítima, diga-se, contra o aumento das propinas.
Os estudantes têm vindo a mostrar ao País um mau exemplo de comportamento cívico, nomeadamente:
- Interrupção, invasão e boicote às reuniões do Senado. Se os estudantes não têm votos suficientes nos senados para que as suas posições prevaleçam, deverão dexar que a maioria decida. É o que acontece nos países democráticos;
- Fechar universidades a cadeado O que ganham com este tipo de medidas? É por faltarem às aulas que a lei muda? É descabido proibirem o acesso que alunos e professores às aulas. Deve haver direito de opção.
- Uma linguagem insultuosa Já fui estudante e reconheço que por vezes também eramos algo excessivos. Mas, o insulto barato não dignifica qualquer proposta política que se pretenda defender. Chamar nomes não dá razão a ninguém. Os bonecos, frases engraçadas, caricaturas, etc dá um tom engraçado e passa uma imagem de irreverência, mas também passa a mensagem. A má criação passa a imagem de uma enorme falta de chá.
- Instrumentalização Político-Partidária Porque será que quando o PSD está no poder as manifestações estudantis têm sempre mais força, mais apoiantes e melhor organização?
- Desobediência civil Houve um Presidente de uma Assoc. Estudantes (Coimbra???) que até já falou em desobediência civil...... onde é que estamos?
Vamos debater ideias, criticar educadamente e agir nos limites da lei.
A não ser que esta luta já tenha sido dada por perdida da parte dos estudantes e o objectivo seja sómente o desgaste do Governo...
Os estudantes têm vindo a manifestar-se, de forma legítima, diga-se, contra o aumento das propinas.
Os estudantes têm vindo a mostrar ao País um mau exemplo de comportamento cívico, nomeadamente:
- Interrupção, invasão e boicote às reuniões do Senado. Se os estudantes não têm votos suficientes nos senados para que as suas posições prevaleçam, deverão dexar que a maioria decida. É o que acontece nos países democráticos;
- Fechar universidades a cadeado O que ganham com este tipo de medidas? É por faltarem às aulas que a lei muda? É descabido proibirem o acesso que alunos e professores às aulas. Deve haver direito de opção.
- Uma linguagem insultuosa Já fui estudante e reconheço que por vezes também eramos algo excessivos. Mas, o insulto barato não dignifica qualquer proposta política que se pretenda defender. Chamar nomes não dá razão a ninguém. Os bonecos, frases engraçadas, caricaturas, etc dá um tom engraçado e passa uma imagem de irreverência, mas também passa a mensagem. A má criação passa a imagem de uma enorme falta de chá.
- Instrumentalização Político-Partidária Porque será que quando o PSD está no poder as manifestações estudantis têm sempre mais força, mais apoiantes e melhor organização?
- Desobediência civil Houve um Presidente de uma Assoc. Estudantes (Coimbra???) que até já falou em desobediência civil...... onde é que estamos?
Vamos debater ideias, criticar educadamente e agir nos limites da lei.
A não ser que esta luta já tenha sido dada por perdida da parte dos estudantes e o objectivo seja sómente o desgaste do Governo...
Formas de Organização Territorial
Desde 13.05.2003 que estão publicadas as leis 10 e 11/2003 que regulam a criação de Grandes áreas metropolitanas, Comunidades urbanas, Comunidades intermunicipais de fins gerais e Associações de municípios de fins específicos.
O Algarve debateu mais este assunto quando a lei estava em ante-projecto do que agora.
A região deve debater este tema de forma séria e despartidarizada, de modo a que se alcance a melhor solução para o desenvolvimento da região como um todo.
Ainda não há grandes posições tomadas por parte dos responsáveis regionais dos diversos partidos, associações, etc. O debate está em aberto e importa que todos possam participar, pois o que está em jogo é demasiado importante para ser decidido em gabinetes obscuros.
Confesso que, à primeira vista, a criação de uma Grande área metropolitana (GAM) não me agrada.
Se durante todos estes anos entidades várias com intervenção em toda a região (CCR-ALG, várias direcções ou delegações regionais, associações regionais, etc) não conseguiram resolver os problemas da região, manter a mesma abrangência, apesar de contar com mais atribuições, não me parece que resolva todos os problemas.
Defendo, mas de forma flexível e não definitiva, a criação de duas Comunidades urbanas (uma para o Sotavento e outra para o Barlavento), criadas à volta de duas cidades de dimênsão média em termos nacionais (Faro e Portimão) que seriam os seus pólos de desenvlvimento. As duas Comunidades urbanas (passemos a chamá-las de CU... sugestivo....) geririam cerca de 200 mil pessoas cada, sendo mais fácil resolver os problemas existentes e apontar estratégias de desenvolvimento futuras.
Com GAM, com CU ou de outra forma interessa que a região discuta e decida convictamente o que é melhor para o nosso futuro comum e partilhado.
Desde 13.05.2003 que estão publicadas as leis 10 e 11/2003 que regulam a criação de Grandes áreas metropolitanas, Comunidades urbanas, Comunidades intermunicipais de fins gerais e Associações de municípios de fins específicos.
O Algarve debateu mais este assunto quando a lei estava em ante-projecto do que agora.
A região deve debater este tema de forma séria e despartidarizada, de modo a que se alcance a melhor solução para o desenvolvimento da região como um todo.
Ainda não há grandes posições tomadas por parte dos responsáveis regionais dos diversos partidos, associações, etc. O debate está em aberto e importa que todos possam participar, pois o que está em jogo é demasiado importante para ser decidido em gabinetes obscuros.
Confesso que, à primeira vista, a criação de uma Grande área metropolitana (GAM) não me agrada.
Se durante todos estes anos entidades várias com intervenção em toda a região (CCR-ALG, várias direcções ou delegações regionais, associações regionais, etc) não conseguiram resolver os problemas da região, manter a mesma abrangência, apesar de contar com mais atribuições, não me parece que resolva todos os problemas.
Defendo, mas de forma flexível e não definitiva, a criação de duas Comunidades urbanas (uma para o Sotavento e outra para o Barlavento), criadas à volta de duas cidades de dimênsão média em termos nacionais (Faro e Portimão) que seriam os seus pólos de desenvlvimento. As duas Comunidades urbanas (passemos a chamá-las de CU... sugestivo....) geririam cerca de 200 mil pessoas cada, sendo mais fácil resolver os problemas existentes e apontar estratégias de desenvolvimento futuras.
Com GAM, com CU ou de outra forma interessa que a região discuta e decida convictamente o que é melhor para o nosso futuro comum e partilhado.
quinta-feira, 23 de outubro de 2003
Ferro Encurralado
Ferro Rodrigues não tem saída.
As escutas não deveriam ter sido divulgadas, pois estão em segredo de justiça. Certíssimo. Investigue-se e puna-se quem cometeu este crime.
Mas, não podemos fingir que não existem. Se estão cá fora, se as conhecemos, mesmo que não tenham relevância processual, terão certamente importância política.
E o que nos revelam as escutas do Dr. Ferro são tentativas de pressão sobre o PR (que pelos vistos não se deixou pressionar), violação do segredo de justiça (como pode ele saber pormenores do processo se este estava em segredo de justiça?) e tentativas diversas de alterar o sentido da justiça.
Com este cenário o PS não pode continuar a insistir que houve violação do segredo de justiça (que houve!), tentanto apagar da memória dos portugueses tudo o resto!
Hoje foi Manuel Maria Carrilho a enviar-lhe mais uma machadada via DN.
Manuel Alegre quer um congresso.
Irá Ferro esperar que o partido fique ainda mais muribundo para que seja forçado a sair pela porta pequena?
Já repararam que o PS, desde a prisão do Paulo Pedroso, vive para dentro, dominado e minado pelo processo "Casa Pia", incapaz de se mostrar como alternativa aos Portugueses?
A novela judiciária promete....
Ferro Rodrigues não tem saída.
As escutas não deveriam ter sido divulgadas, pois estão em segredo de justiça. Certíssimo. Investigue-se e puna-se quem cometeu este crime.
Mas, não podemos fingir que não existem. Se estão cá fora, se as conhecemos, mesmo que não tenham relevância processual, terão certamente importância política.
E o que nos revelam as escutas do Dr. Ferro são tentativas de pressão sobre o PR (que pelos vistos não se deixou pressionar), violação do segredo de justiça (como pode ele saber pormenores do processo se este estava em segredo de justiça?) e tentativas diversas de alterar o sentido da justiça.
Com este cenário o PS não pode continuar a insistir que houve violação do segredo de justiça (que houve!), tentanto apagar da memória dos portugueses tudo o resto!
Hoje foi Manuel Maria Carrilho a enviar-lhe mais uma machadada via DN.
Manuel Alegre quer um congresso.
Irá Ferro esperar que o partido fique ainda mais muribundo para que seja forçado a sair pela porta pequena?
Já repararam que o PS, desde a prisão do Paulo Pedroso, vive para dentro, dominado e minado pelo processo "Casa Pia", incapaz de se mostrar como alternativa aos Portugueses?
A novela judiciária promete....
A Ética na Política
Na política, como na vida, devemos manter um certo nível.
Fica mal e não é digno querer alterar votações, só porque não nos escolherem.
Fica mal e não é digno dizer que quem nos ganhou não tem condições,mas nós temos.
Fica mal a cagança, a presunção, a arrogância e o snoobismo.
Fica mal meter a Patinha na poça...
Na política, como na vida, devemos manter um certo nível.
Fica mal e não é digno querer alterar votações, só porque não nos escolherem.
Fica mal e não é digno dizer que quem nos ganhou não tem condições,mas nós temos.
Fica mal a cagança, a presunção, a arrogância e o snoobismo.
Fica mal meter a Patinha na poça...
segunda-feira, 20 de outubro de 2003
Toto-Ferro: o passatempo da moda!
Inicio agora um novo passatempo denominado "Toto-Ferro" e que pretende testar a capacidade de previsão dos meus caros visitantes.
Eis a pergunta?
Quanto tempo demorará Ferro Rodrigues a pedir a demissão?
Eis as opções:
1- Nos próximos dois dias
2- Até ao fim-de-semana
3- Até ao final do mês
4- Até ao final do ano
5- Até ao próximo congresso
Aposte e ganhe...
Inicio agora um novo passatempo denominado "Toto-Ferro" e que pretende testar a capacidade de previsão dos meus caros visitantes.
Eis a pergunta?
Quanto tempo demorará Ferro Rodrigues a pedir a demissão?
Eis as opções:
1- Nos próximos dois dias
2- Até ao fim-de-semana
3- Até ao final do mês
4- Até ao final do ano
5- Até ao próximo congresso
Aposte e ganhe...
domingo, 19 de outubro de 2003
Reclamação contra o Cortefiel/Hispamer
No dia 9 de Setembro comprei umas roupas no Cortefiel (115€), no Fórum Algarve-Faro, e quis pagar com o cartão de cliente Cortefiel, pois sempre dá um desconto. O meu cartão não foi aceite. Dava um erro qualquer. Solução, deixar lá as roupas e voltar depois.
Voltei no dia 11, paguei com o tal cartão de cliente e levei a roupa. Até aqui tudo bem.
Tendo estado de férias e quando chego a casa verifico que o extracto do cartão acusa duas compras de 115€, ou seja, 230€. No dia 1 de Outubro vou à loja do Cortefiel no Fórum Algarve e demonstro que só comprei 115€ de roupa uma vez. Ligam para Lisboa, dizem que tenho razão, pedem-me o nº de telemóvel e dizem-me que brevemente serei contactado pela Hispamer (penso que é a empresa que trata dos serviços financeiros, também Espanhola).
No dia 7 de Outubro (vejam lá o breve que foi...) telefonam-me do Hispamer e dizem-me que o erro é todo do sistema, pelo que terei duas hipóteses: pagar tudo (ou seja emprestar-lhes 115€) que seriam devolvidos no extracto seguinte ou eu ir ao banco e pedir para não pagarem o débito do Hispamer. Disse-lhes que o débito já deveria ter sido feito (o que se comprovou: dia 6 levaram-me a massinha... em dobro), pelo que esta hipótese não se punha. Em relação à primeira perguntei-lhes se estavam a brincar comigo e por alma de quem tinha que lhes emprestar 115€ (ainda são 23 contos....) durante um mês. Disse-lhes que não me importava que tirassem o dinheiro a mais, desde que repusessem rapidamente (1/2 dias).
No mesmo dia envio-lhes um fax, onde explico tudo e mostro que o dinheiro já me foi tirado.
Dia 9 envio novo fax a questionar o porquê de não terem ainda dito nada.
Até hoje nem mais um contacto. O desprezo total.
Segunda-feira, dia 20, vou fazer queixa à DECO, pois sou associado e é para estes berbicachos que serve....
No dia 9 de Setembro comprei umas roupas no Cortefiel (115€), no Fórum Algarve-Faro, e quis pagar com o cartão de cliente Cortefiel, pois sempre dá um desconto. O meu cartão não foi aceite. Dava um erro qualquer. Solução, deixar lá as roupas e voltar depois.
Voltei no dia 11, paguei com o tal cartão de cliente e levei a roupa. Até aqui tudo bem.
Tendo estado de férias e quando chego a casa verifico que o extracto do cartão acusa duas compras de 115€, ou seja, 230€. No dia 1 de Outubro vou à loja do Cortefiel no Fórum Algarve e demonstro que só comprei 115€ de roupa uma vez. Ligam para Lisboa, dizem que tenho razão, pedem-me o nº de telemóvel e dizem-me que brevemente serei contactado pela Hispamer (penso que é a empresa que trata dos serviços financeiros, também Espanhola).
No dia 7 de Outubro (vejam lá o breve que foi...) telefonam-me do Hispamer e dizem-me que o erro é todo do sistema, pelo que terei duas hipóteses: pagar tudo (ou seja emprestar-lhes 115€) que seriam devolvidos no extracto seguinte ou eu ir ao banco e pedir para não pagarem o débito do Hispamer. Disse-lhes que o débito já deveria ter sido feito (o que se comprovou: dia 6 levaram-me a massinha... em dobro), pelo que esta hipótese não se punha. Em relação à primeira perguntei-lhes se estavam a brincar comigo e por alma de quem tinha que lhes emprestar 115€ (ainda são 23 contos....) durante um mês. Disse-lhes que não me importava que tirassem o dinheiro a mais, desde que repusessem rapidamente (1/2 dias).
No mesmo dia envio-lhes um fax, onde explico tudo e mostro que o dinheiro já me foi tirado.
Dia 9 envio novo fax a questionar o porquê de não terem ainda dito nada.
Até hoje nem mais um contacto. O desprezo total.
Segunda-feira, dia 20, vou fazer queixa à DECO, pois sou associado e é para estes berbicachos que serve....
sábado, 18 de outubro de 2003
Mau Comportamento da Farmácia Caniné-Faro - Parte 2
A Associação Nacional de Farmácias aceitou a reclamação e deve tê-la encaminhado para a Farmácia, pois a minha mãe já recebeu um telefonema da directora a tentar dar a volta ao texto e a tentar criar um filme que não existiu. Até disse que o tempo de espera era propositado para se tirar melhor a tensão, ou lá o que foi!!!! Podiam era ter avisado......
Agradeço o conselho do(a) Pimenta, mas as máquinas de medir a tensão em casa não são fiáveis. Vários médicos já mo disseram.
Pode ser que tenham aprendido....
Vale sempre a pena reclamarmos. Reclamar é positivo também para as entidades contra as quais protestamos. É uma forma de se aperceberem de falhas e melhorarem o seu serviço.
A Associação Nacional de Farmácias aceitou a reclamação e deve tê-la encaminhado para a Farmácia, pois a minha mãe já recebeu um telefonema da directora a tentar dar a volta ao texto e a tentar criar um filme que não existiu. Até disse que o tempo de espera era propositado para se tirar melhor a tensão, ou lá o que foi!!!! Podiam era ter avisado......
Agradeço o conselho do(a) Pimenta, mas as máquinas de medir a tensão em casa não são fiáveis. Vários médicos já mo disseram.
Pode ser que tenham aprendido....
Vale sempre a pena reclamarmos. Reclamar é positivo também para as entidades contra as quais protestamos. É uma forma de se aperceberem de falhas e melhorarem o seu serviço.
Se o teor das escutas se confirmar: Ferro, está na hora de abalar….
A política sem moral não enobrece quem a faz.
Ferro Rodrigues fartou-se de cascar nos ex-Ministros Pedro Lynce e Martins da Cruz devido ao já famoso caso da ida da filha do Ministro para a Universidade.
Caso se confirmem as escutas telefónicas avançadas pela SIC, Ferro, amigo, não tens outra solução senão pedires a demissão e abandonares a vida política.
Meter cunhas ao Procurador-geral da República, ao Presidente da República e estar-se a "cagar para o segredo de justiça" são atitudes que, a confirmarem-se, exigem um pedido de desculpa aos Portugueses e a imediata renúncia de todos os cargos políticos. Ainda por cima é Conselheiro de Estado.... imaginem se não fosse!!!!
E o António Costa, que parece que também está metido, ainda por cima ex-Ministro da Justiça, deverá seguir o mesmo caminho do seu líder...
Só se espera uma de duas coisas: a demissão digna ou uma explicação mirabolante muito boa. Aguardemos com serenidade...
A política sem moral não enobrece quem a faz.
Ferro Rodrigues fartou-se de cascar nos ex-Ministros Pedro Lynce e Martins da Cruz devido ao já famoso caso da ida da filha do Ministro para a Universidade.
Caso se confirmem as escutas telefónicas avançadas pela SIC, Ferro, amigo, não tens outra solução senão pedires a demissão e abandonares a vida política.
Meter cunhas ao Procurador-geral da República, ao Presidente da República e estar-se a "cagar para o segredo de justiça" são atitudes que, a confirmarem-se, exigem um pedido de desculpa aos Portugueses e a imediata renúncia de todos os cargos políticos. Ainda por cima é Conselheiro de Estado.... imaginem se não fosse!!!!
E o António Costa, que parece que também está metido, ainda por cima ex-Ministro da Justiça, deverá seguir o mesmo caminho do seu líder...
Só se espera uma de duas coisas: a demissão digna ou uma explicação mirabolante muito boa. Aguardemos com serenidade...
segunda-feira, 22 de setembro de 2003
Mau Comportamento da Farmácia Caniné-Faro
No passado Domingo, dia 14, a minha mãe dirigiu-se à Farmácia Caniné, em Faro, para medir a tensão à minha avó (com 86 anos), pois esta tem tido a tensão muito alta, havendo, por indicação expressa por parte do seu médico assistente, necessidade de uma vigilância apertada à sua tensão.
A farmácia Caniné era a que se encontrava de serviço, razão pela qual a minha mãe se dirigiu lá, acompanhada da minha avó.
Após chegar, disse a um dos três funcionários de serviço que pretendia medir a tensão à minha avó. Disse-lhe para esperar um pouco. Lá arranjou uma cadeira para a minha avó descansar.
Passado algum tempo, a minha mãe resolveu ir para a fila e, quando chegou a sua vez, disse que estava ali para medirem a tensão à minha avó. A resposta continuou igual, era para esperar mais um pouco.
Os clientes entravam e saiam, passando todos à frente da minha avó.
Depois de lá estar mais de 30 minutos, voltou a insistir com um dos funcionários. Afirmou que já lá estava há bastante tempo e que pretendia medir a tensão à minha avó.
A resposta do funcionário foi esclarecedora: "só iremos medir a tensão quando não houver nenhum cliente para atender!".
A minha mãe agradeceu o excelente tratamento dedicado, virou costas e foi-se embora.
Toda a gente sabe que medir a tensão não é dos serviços/produtos mais lurativos de uma farmácia, mas penso que uma farmácia nunca foi uma empresa cega pelo lucro, sem ligar ao lado humano das pessoas. Teria a minha mãe que comprar uma caixa de comprimidos para medirem a tensão à minha avó? Que culpa tem que não tenham um instrumento para medir a tensão em que o próprio utilizador seja auto-suficiente na sua utilização?
Mais vale pôrem os medicamentos à venda num hipermercado (com licenciados em farmácia e afins a tomarem conta), pois com atitudes mercantilistas destas em nada se distinguem de uma grande superfície.
Já repararam que a farmácia é o único sítio onde ninguém pede desconto? Qual será o lucro de cada farmácia? Por venderem medicamentos e prestarem outros serviços na área da saúde, devem pensar que são intocáveis e fazem o que querem!
Logiocamente já seguiram reclamações para o ANF, INFARMED e APIFARMA.
No passado Domingo, dia 14, a minha mãe dirigiu-se à Farmácia Caniné, em Faro, para medir a tensão à minha avó (com 86 anos), pois esta tem tido a tensão muito alta, havendo, por indicação expressa por parte do seu médico assistente, necessidade de uma vigilância apertada à sua tensão.
A farmácia Caniné era a que se encontrava de serviço, razão pela qual a minha mãe se dirigiu lá, acompanhada da minha avó.
Após chegar, disse a um dos três funcionários de serviço que pretendia medir a tensão à minha avó. Disse-lhe para esperar um pouco. Lá arranjou uma cadeira para a minha avó descansar.
Passado algum tempo, a minha mãe resolveu ir para a fila e, quando chegou a sua vez, disse que estava ali para medirem a tensão à minha avó. A resposta continuou igual, era para esperar mais um pouco.
Os clientes entravam e saiam, passando todos à frente da minha avó.
Depois de lá estar mais de 30 minutos, voltou a insistir com um dos funcionários. Afirmou que já lá estava há bastante tempo e que pretendia medir a tensão à minha avó.
A resposta do funcionário foi esclarecedora: "só iremos medir a tensão quando não houver nenhum cliente para atender!".
A minha mãe agradeceu o excelente tratamento dedicado, virou costas e foi-se embora.
Toda a gente sabe que medir a tensão não é dos serviços/produtos mais lurativos de uma farmácia, mas penso que uma farmácia nunca foi uma empresa cega pelo lucro, sem ligar ao lado humano das pessoas. Teria a minha mãe que comprar uma caixa de comprimidos para medirem a tensão à minha avó? Que culpa tem que não tenham um instrumento para medir a tensão em que o próprio utilizador seja auto-suficiente na sua utilização?
Mais vale pôrem os medicamentos à venda num hipermercado (com licenciados em farmácia e afins a tomarem conta), pois com atitudes mercantilistas destas em nada se distinguem de uma grande superfície.
Já repararam que a farmácia é o único sítio onde ninguém pede desconto? Qual será o lucro de cada farmácia? Por venderem medicamentos e prestarem outros serviços na área da saúde, devem pensar que são intocáveis e fazem o que querem!
Logiocamente já seguiram reclamações para o ANF, INFARMED e APIFARMA.
Irrita-me o discurso da bola!!!
Adoro futebol. Desde pequeno que sou louco pela bola mágica. Sempre fui a jogos em Faro e Lisboa. Enfim, gosto mesmo de futebol.
Entretanto, tenho vindo a ser sufocado pelo discurso da bola. O que mais me incomoda é a boçalidade, o discurso vazio e a repetição de banalidades. "Hoje em dia não há adversários fáceis". "Tentaremos defender quando estivermos sem bola e atacar quando estivermos com ela". "Jogaremos o que outra equipa nos deixar jogar". "Temos que lutar muito para vencer". Etc, etc.
O facto de existir três jornais desportivos diários, uma televisão só de desporto e a crescente mediatização do fenómeno futebolístico levou a esta situação em que os jogadores passaram de estrelas no relvado, para estrelas mediáticas, sem que nada de bom dai tenha advindo. Frases banais, pontapés na gramática, vulgaridades, frases feitas, enfim, nada de novo, apenas a oportunidade de se verificar que são bons a dar pontapés... na bola!
Tirando um dúzia de entrevistas por ano com pessoas conhecedoras do assunto, os treinadores dos três grandes, por exemplo, não se retira qualquer ensinamento de tanta verborreia.
Eu já decidi, para mim futebol é no relvado. Futebol fora das quatro linhas é uma nulidade.
Adoro futebol. Desde pequeno que sou louco pela bola mágica. Sempre fui a jogos em Faro e Lisboa. Enfim, gosto mesmo de futebol.
Entretanto, tenho vindo a ser sufocado pelo discurso da bola. O que mais me incomoda é a boçalidade, o discurso vazio e a repetição de banalidades. "Hoje em dia não há adversários fáceis". "Tentaremos defender quando estivermos sem bola e atacar quando estivermos com ela". "Jogaremos o que outra equipa nos deixar jogar". "Temos que lutar muito para vencer". Etc, etc.
O facto de existir três jornais desportivos diários, uma televisão só de desporto e a crescente mediatização do fenómeno futebolístico levou a esta situação em que os jogadores passaram de estrelas no relvado, para estrelas mediáticas, sem que nada de bom dai tenha advindo. Frases banais, pontapés na gramática, vulgaridades, frases feitas, enfim, nada de novo, apenas a oportunidade de se verificar que são bons a dar pontapés... na bola!
Tirando um dúzia de entrevistas por ano com pessoas conhecedoras do assunto, os treinadores dos três grandes, por exemplo, não se retira qualquer ensinamento de tanta verborreia.
Eu já decidi, para mim futebol é no relvado. Futebol fora das quatro linhas é uma nulidade.
sexta-feira, 19 de setembro de 2003
Ponte do Concelho de Loulé Espera Obras Desde 2001
Segundo o Público uma ponte na Goncinha (entrada de Loulé para quem vem de Faro) está por reparar desde 2001.
Não posso confirmar a data, mas como passo lá todas as semanas, posso corroborar a informação. Inicialmente, logo após a queda da ponte de Entre-os-Rios e as inspecções que se e seguiram, colocaram uma placa a limitar a velocidade a 30 hm/h. Como ninguém ligava, optaram por colocar lombas, e logo daquelas bem altas e que danificam as suspensões dos carros.
Se a obra pertence ao Instituto de Estradas de Portugal, esta entidade tem que fazer as obras de conservação rapidamente. Dois anos para reparar uma ponte daquelas, com milhares de carros a passaram por lá todos os dias-é uma das principais ligações de Loulé a Faro-, é uma irresponsabilidade muito grande. Se a empresa que ganhou o concurso e não apresentou os papéis todos, que o concurso passe para a empresa que ficou em segundo!
O Estado é um exemplo calor de como, muitas vezes, a burocracia se transforma em burrocracia. Não pode ser. As decisões têm que ser céleres e a resposta tem que estar no terreno rapidamente. Tudo tem que ser mais ágil.
Se houver um acidente, que o Presidente da Câmara de Loulé teme, quem se responsabiliza? Demite-se o presidente do IEP?
Segundo o Público uma ponte na Goncinha (entrada de Loulé para quem vem de Faro) está por reparar desde 2001.
Não posso confirmar a data, mas como passo lá todas as semanas, posso corroborar a informação. Inicialmente, logo após a queda da ponte de Entre-os-Rios e as inspecções que se e seguiram, colocaram uma placa a limitar a velocidade a 30 hm/h. Como ninguém ligava, optaram por colocar lombas, e logo daquelas bem altas e que danificam as suspensões dos carros.
Se a obra pertence ao Instituto de Estradas de Portugal, esta entidade tem que fazer as obras de conservação rapidamente. Dois anos para reparar uma ponte daquelas, com milhares de carros a passaram por lá todos os dias-é uma das principais ligações de Loulé a Faro-, é uma irresponsabilidade muito grande. Se a empresa que ganhou o concurso e não apresentou os papéis todos, que o concurso passe para a empresa que ficou em segundo!
O Estado é um exemplo calor de como, muitas vezes, a burocracia se transforma em burrocracia. Não pode ser. As decisões têm que ser céleres e a resposta tem que estar no terreno rapidamente. Tudo tem que ser mais ágil.
Se houver um acidente, que o Presidente da Câmara de Loulé teme, quem se responsabiliza? Demite-se o presidente do IEP?
quinta-feira, 18 de setembro de 2003
sexta-feira, 12 de setembro de 2003
Grande Área Metropolitana, Comunidades intermunicipais e Associações de municípios
Depois da excitação que envolveu a criação das leis sobre estes assuntos, parece que toda a gente se esqueceu que são para serem postas em execução. Não se ouvem declarações de municípios sobre as suas opções, a posição da AMAL, etc, etc.
Até parece que o mais importante era a lei e, agora que esta está pronta, todos se esqueceram dela.
Ou será que não?
Depois da excitação que envolveu a criação das leis sobre estes assuntos, parece que toda a gente se esqueceu que são para serem postas em execução. Não se ouvem declarações de municípios sobre as suas opções, a posição da AMAL, etc, etc.
Até parece que o mais importante era a lei e, agora que esta está pronta, todos se esqueceram dela.
Ou será que não?
quarta-feira, 10 de setembro de 2003
Obrigado RTP!
Obrigado por teres anunciado que davas o jogo dos sub-21 em directo e teres dado em diferido
Obrigado por me teres privado de um jogo importante e decisivo para a qualificação dos nossos sub-21 para a fase final
Obrigado por me teres obrigado a ir procurar o velho rádio de pilhas para ouvir a Antena 1
Obrigadão!!!
Obrigado por teres anunciado que davas o jogo dos sub-21 em directo e teres dado em diferido
Obrigado por me teres privado de um jogo importante e decisivo para a qualificação dos nossos sub-21 para a fase final
Obrigado por me teres obrigado a ir procurar o velho rádio de pilhas para ouvir a Antena 1
Obrigadão!!!
quinta-feira, 4 de setembro de 2003
Sempre os Professores
Neste ano ficaram de fora cerca de 27.000 professores. Título de primeira página de vários jornais. Abertura de telejornais.
Os sindicalistas apresentam invariavelmente soluções que passam por o Estado criar mais emprego para absorver os que ficaram desempregados.
Quantos empregados fabris estão desempregados? Cozinheiros? Trabalhadores rurais? Licenciados nas diversas áreas sociais? Empregados de escritório? Advogados?
Porque é que o Estado tem que ter uma obrigação especial em relação aos professores que não tem com todas as outras milhentas profissões?
Quem disse aos Professores que o Estado lhes arranjaria trabalho? Se o Estado não garante emprego a nenhum recém-licenciado de curso algum, porque haveria de o fazer em relação aos professores?
Agora vão-se todos inscrever nos Centros de Emprego para receberem o subsídio de desemprego (os que tiverem direito), sendo que esta entidade não tem quaisquer ofertas de emprego para lhes oferecer. Ficarão nos registos até mudarem de profissão ou esperarem pela próxima hipótese de colocação.
Sei bem que a vocação é importante, mas a pessoa antes de se inscrever num curso tem que avaliar as possibilidades de inserção no mercado de trabalho. Porque depois uma grande vocação pode-se transforma numa grande decepção.
E as Universidades têm culpa porque não se informam sobre as hipóteses de inserção dos seus diplomados e se se informa não ligam nenhuma! Querem é cabeças, pois recebem à cabeça. O Governo, uma vez que as Universidades não o fazem, deveria limitar e mesmo fechar temporariamente alguns cursos de professores. Haja coragem!
E os Srs. Sindicalistas têm que pensar que não é a porem o Estado a pagar mais ordenados a mais professores que se resolve a situação. Atirar dinheiro sobre os problemas nunca resolveu nada. Os sindicatos deviam era começar a pensar em criarem cursos de rconversão profissional para parte dos seus filiados!
Neste ano ficaram de fora cerca de 27.000 professores. Título de primeira página de vários jornais. Abertura de telejornais.
Os sindicalistas apresentam invariavelmente soluções que passam por o Estado criar mais emprego para absorver os que ficaram desempregados.
Quantos empregados fabris estão desempregados? Cozinheiros? Trabalhadores rurais? Licenciados nas diversas áreas sociais? Empregados de escritório? Advogados?
Porque é que o Estado tem que ter uma obrigação especial em relação aos professores que não tem com todas as outras milhentas profissões?
Quem disse aos Professores que o Estado lhes arranjaria trabalho? Se o Estado não garante emprego a nenhum recém-licenciado de curso algum, porque haveria de o fazer em relação aos professores?
Agora vão-se todos inscrever nos Centros de Emprego para receberem o subsídio de desemprego (os que tiverem direito), sendo que esta entidade não tem quaisquer ofertas de emprego para lhes oferecer. Ficarão nos registos até mudarem de profissão ou esperarem pela próxima hipótese de colocação.
Sei bem que a vocação é importante, mas a pessoa antes de se inscrever num curso tem que avaliar as possibilidades de inserção no mercado de trabalho. Porque depois uma grande vocação pode-se transforma numa grande decepção.
E as Universidades têm culpa porque não se informam sobre as hipóteses de inserção dos seus diplomados e se se informa não ligam nenhuma! Querem é cabeças, pois recebem à cabeça. O Governo, uma vez que as Universidades não o fazem, deveria limitar e mesmo fechar temporariamente alguns cursos de professores. Haja coragem!
E os Srs. Sindicalistas têm que pensar que não é a porem o Estado a pagar mais ordenados a mais professores que se resolve a situação. Atirar dinheiro sobre os problemas nunca resolveu nada. Os sindicatos deviam era começar a pensar em criarem cursos de rconversão profissional para parte dos seus filiados!
Subscrever:
Mensagens (Atom)