Não gosto de empresa chulecas e esta é uma delas. A mensalidade que pedem é uma roubalheira.
E agora proibem que o povo veja os jogos do Mundial na rua. Certamente para obrigar a malta a ver em casa e lá sacarem mais umas assinaturas.
Montes de restaurantes e cafés já pagam a Sport TV, o que querem mais? Talvez cobrar bilhetes à malta que vai ver os jogos nos ecrans gigantes?
Querem que as Câmaras Municipais também paguem mais algum?
Já estou a imaginar um caramelo da Sport TV na doca de Faro a cobrar bilhetes... e a levar uma tuna de porrada!!!
Há com cada um...
quinta-feira, 25 de maio de 2006
segunda-feira, 22 de maio de 2006
A convocatória de Scolari
Para Scolari a selecção é um clube. Ele definiu uma série de jogadores no início da qualificação e levou-os praticamente todos ao Mundial. Não se importou com quem estava em forma, quem não jogava há seis meses, quem era sempre suplente. Pensa que com esta atitude consegue ter um espírito de equipa mais forte, uma maior união.
É possível.
Acaba por ser chato para jogadores como o Quaresma que merecia ir ao Mundial, mas como não pertence ao clube não vai... E é muito melhor do que o Boa Morte. Como o Ricardo Rocha ou o Tonel estão mais rotinados do que o suplente Ricardo Costa. E João Moutinho merecia mais do que o inactivo Hugo Viana.
Enfim, esperemos todos que ele tenha razão...
É possível.
Acaba por ser chato para jogadores como o Quaresma que merecia ir ao Mundial, mas como não pertence ao clube não vai... E é muito melhor do que o Boa Morte. Como o Ricardo Rocha ou o Tonel estão mais rotinados do que o suplente Ricardo Costa. E João Moutinho merecia mais do que o inactivo Hugo Viana.
Enfim, esperemos todos que ele tenha razão...
terça-feira, 9 de maio de 2006
Ir ter filhos a Espanha!!!
Este protocolo para os habitantes de Elvas irem ter os seus filhos a Badajoz é uma vergonha!
Concordo que deverão fechar todas as maternidades com poucos partos e carência de profissionais qualificados, mas desde que haja alternativas com rápido acesso e ... em território nacional!
Qualquer dia fechamos tudo o que é serviço público perto da fronteira e fazemos acordos para os nossos concidadãos irem a Espanha tratar da sua vida...
Nalgumas terras mais pequenas, porque não aproveitar o Alcaide espanhol, escusando nós de ter tantos Presidentes de Câmara. Faz-se um protocolo!
É de fechar todas as escolas públicas e fazer outro protocolo para os nossos filhos irem aprender para Espanha, com a vantagem de dominarem mais uma língua estrangeira!
Enfim, uma vergonha!!!
Concordo que deverão fechar todas as maternidades com poucos partos e carência de profissionais qualificados, mas desde que haja alternativas com rápido acesso e ... em território nacional!
Qualquer dia fechamos tudo o que é serviço público perto da fronteira e fazemos acordos para os nossos concidadãos irem a Espanha tratar da sua vida...
Nalgumas terras mais pequenas, porque não aproveitar o Alcaide espanhol, escusando nós de ter tantos Presidentes de Câmara. Faz-se um protocolo!
É de fechar todas as escolas públicas e fazer outro protocolo para os nossos filhos irem aprender para Espanha, com a vantagem de dominarem mais uma língua estrangeira!
Enfim, uma vergonha!!!
Politicamente Incorrecto!
A Economia está decididamente na ordem do dia. Em altura de encolher o cinto, surge sempre a necessidade de racionalizar os recursos. Em tempos de abundância, aparece sempre mais algum desperdício…
As medidas anunciadas pelo Governo para racionalizar a divisão territorial, maternidades, organismos públicos, escolas primárias, etc são sempre vistos como um ataque a alguém. Queixam-se os Presidente de Junta que sem a Escola os jovens se vão embora, reclamam os Presidentes de Câmara que ficam sem maternidade, refilam os sindicatos porque existem postos de trabalho em perigo. E a oposição critica, às vezes para ficar bem vista perante os seus eleitores, outras vezes para mostrar apenas que está contra e por vezes com argumentos válidos. Os membros do partido do Governo (autarcas, Governadores Civis, etc) às vezes também criticam, depois desfazem a crítica, emparedados que estão entre a fidelidade partidária e o dever de defesa dos seus concidadãos.
O problema não está em criticar ou em aceitar calado. O problema está no facto de muitas pessoas pensarem pequenino. Só pensam na sua zona, nas suas gentes. E considerem que o importante é manter ou aumentar os serviços públicos na sua terriola. É a visão da árvore, quando deveria ser da floresta.
As questões são analisadas de forma superficial, muitas vezes trabalhando os números, pensando sempre que a defesa do interesse local é resistir, resistir e resistir!
Se existe um Concelho pequeno apenas com uma freguesia, ou seja, o âmbito de actuação da Câmara Municipal é igual ao da Junta de Freguesia, porque não acabar com a Freguesia? Ou porque não acabar com o Concelho, manter a Freguesia e integrá-la noutro Concelho limítrofe? Como exemplo temos em Faro e S. Brás.
Se existem dois Concelhos juntos, como VRSA e Castro Marim, em que Castro Marim tem VRSA para Oeste e para Este, porque não juntá-los?
E se uma escola tem 8 ou 9 alunos porque não pô-los a estudar numa escola de maiores dimensões, com outras condições, inclusive pedagógicas? Não é a inexistência de uma escola que, por si só, provoca o abandono e o envelhecimento do interior. Significa que uma série de políticas falharam e a escola ficou. E agora, por razões de racionalidade económica, pedagogia e sociabilidade, a escola fecha. O facto de a escola ficar é que vai desenvolver e rejuvenescer o interior?
Nas maternidades penso que a lógica é igual. Se perguntarem a todos os Presidentes de Câmara se querem ter uma maternidade no seu Concelho, 95% diriam que sim. Fosse ou não necessário. Fica bem. Aparece como mais uma conquista perante o eleitorado, por mais inútil que seja. E figurará nos cartazes na próxima campanha eleitoral… Se é conveniente que cada maternidade tenha umas certas condições para realizar partos, todas aquelas que não disponham destas condições e tenham outro local acessível em tempo oportuno, porque não juntar os recursos e fazer menos maternidades, mas com melhor qualidade? Desde que o tempo de acesso seja razoável…
Se o Estado tem organismos a mais, serviços duplicados, entidades obsoletas e desnecessárias, porque razão não há de ser racionalizado. Já se sabe que algumas pessoas deixaram de ser presidentes, assessores, directores de serviços e outros, mas outros valores mais altos se levantam. E os funcionários em excesso poderão transitar para outros organismos ou então, se outra opção não houver, ir para a chamada lista de excedentários. É irracional manter entidades desnecessárias, para conservar lugares!
Uma vez que os recursos são escassos e o nosso Estado consome os recursos que tem e os que não tem, e que a dívida do Estado é a dívida de todos nós, toda a poupança racional de recursos é boa para o País. Porque o que se for retirar ao desperdício, pode ser utilizado em atribuições importantes do Estado.
E, acima de tudo, todas estas propostas, algumas delas altamente fracturantes, merecem ser analisadas de forma cuidada, pondo os interesses gerais acima dos particulares. E de forma sóbria, sempre que possível!
Porque se os gastos do Estado não baixarem, a única opção é aumentarem os impostos. E isso ninguém quer…
Será que o Governo vai conseguir levar a cabo todas estas reformas e tornar o Estado mais eficiente, respondendo com boa qualidade aos cidadãos e às diversas entidades, diminuindo os custos? Essa resposta fica para a próxima…
João Nuno C. Arroja Neves
Economista
Jornal do Algarve 06.04.2006
As medidas anunciadas pelo Governo para racionalizar a divisão territorial, maternidades, organismos públicos, escolas primárias, etc são sempre vistos como um ataque a alguém. Queixam-se os Presidente de Junta que sem a Escola os jovens se vão embora, reclamam os Presidentes de Câmara que ficam sem maternidade, refilam os sindicatos porque existem postos de trabalho em perigo. E a oposição critica, às vezes para ficar bem vista perante os seus eleitores, outras vezes para mostrar apenas que está contra e por vezes com argumentos válidos. Os membros do partido do Governo (autarcas, Governadores Civis, etc) às vezes também criticam, depois desfazem a crítica, emparedados que estão entre a fidelidade partidária e o dever de defesa dos seus concidadãos.
O problema não está em criticar ou em aceitar calado. O problema está no facto de muitas pessoas pensarem pequenino. Só pensam na sua zona, nas suas gentes. E considerem que o importante é manter ou aumentar os serviços públicos na sua terriola. É a visão da árvore, quando deveria ser da floresta.
As questões são analisadas de forma superficial, muitas vezes trabalhando os números, pensando sempre que a defesa do interesse local é resistir, resistir e resistir!
Se existe um Concelho pequeno apenas com uma freguesia, ou seja, o âmbito de actuação da Câmara Municipal é igual ao da Junta de Freguesia, porque não acabar com a Freguesia? Ou porque não acabar com o Concelho, manter a Freguesia e integrá-la noutro Concelho limítrofe? Como exemplo temos em Faro e S. Brás.
Se existem dois Concelhos juntos, como VRSA e Castro Marim, em que Castro Marim tem VRSA para Oeste e para Este, porque não juntá-los?
E se uma escola tem 8 ou 9 alunos porque não pô-los a estudar numa escola de maiores dimensões, com outras condições, inclusive pedagógicas? Não é a inexistência de uma escola que, por si só, provoca o abandono e o envelhecimento do interior. Significa que uma série de políticas falharam e a escola ficou. E agora, por razões de racionalidade económica, pedagogia e sociabilidade, a escola fecha. O facto de a escola ficar é que vai desenvolver e rejuvenescer o interior?
Nas maternidades penso que a lógica é igual. Se perguntarem a todos os Presidentes de Câmara se querem ter uma maternidade no seu Concelho, 95% diriam que sim. Fosse ou não necessário. Fica bem. Aparece como mais uma conquista perante o eleitorado, por mais inútil que seja. E figurará nos cartazes na próxima campanha eleitoral… Se é conveniente que cada maternidade tenha umas certas condições para realizar partos, todas aquelas que não disponham destas condições e tenham outro local acessível em tempo oportuno, porque não juntar os recursos e fazer menos maternidades, mas com melhor qualidade? Desde que o tempo de acesso seja razoável…
Se o Estado tem organismos a mais, serviços duplicados, entidades obsoletas e desnecessárias, porque razão não há de ser racionalizado. Já se sabe que algumas pessoas deixaram de ser presidentes, assessores, directores de serviços e outros, mas outros valores mais altos se levantam. E os funcionários em excesso poderão transitar para outros organismos ou então, se outra opção não houver, ir para a chamada lista de excedentários. É irracional manter entidades desnecessárias, para conservar lugares!
Uma vez que os recursos são escassos e o nosso Estado consome os recursos que tem e os que não tem, e que a dívida do Estado é a dívida de todos nós, toda a poupança racional de recursos é boa para o País. Porque o que se for retirar ao desperdício, pode ser utilizado em atribuições importantes do Estado.
E, acima de tudo, todas estas propostas, algumas delas altamente fracturantes, merecem ser analisadas de forma cuidada, pondo os interesses gerais acima dos particulares. E de forma sóbria, sempre que possível!
Porque se os gastos do Estado não baixarem, a única opção é aumentarem os impostos. E isso ninguém quer…
Será que o Governo vai conseguir levar a cabo todas estas reformas e tornar o Estado mais eficiente, respondendo com boa qualidade aos cidadãos e às diversas entidades, diminuindo os custos? Essa resposta fica para a próxima…
João Nuno C. Arroja Neves
Economista
Jornal do Algarve 06.04.2006
Todos a Ayamonte!
Um destes Sábados fui a Ayamonte. Para além de ir passear com a família, ia com a ideia de fazer algumas compras. Assim foi.
Chegado a Ayamonte o primeiro obstáculo é estacionar. A única opção foi um ACNS (Arrumador de Carros Não Solicitado) que lá "arranjou" um lugar, que eu já tinha visto… Enfim, pago o serviço não pedido, lá fui para a zona comercial.
Nesse Sábado de manhã os Portugueses inundaram Ayamonte. Ouvia-se falar mais Português do que Espanhol!!! Comprei uma fato de carnaval para o bebé lá de casa, a preço bastante acessível e nesse tipo de lojas só se via Portugueses, todos a preparar o Carnaval deste ano.
Andei depois à procura de tabaco, pois como sabem com o aumento brutal no tabaco em Portugal e com a diminuição do preço em Espanha (as grandes empresas de tabaco baixaram bastante os preços na sequência da nova legislação anti-tabágica), a diferença é de cerca de 1 euro por maço. Como cada pessoa pode circular livremente com 4 volumes, pode-se conseguir uma poupança de 80 Euros!!!
Para finalizar fui atestar o carro. A gasolina sem chumbo 95 custa menos 28 cêntimos do que em Portugal! Atestei 40 Euros, o que em Portugal me teria custado 50 Euros! O gasóleo tem uma diferença de 10 cêntimos, o que também é convidativo. Ao que parece as bilhas de gás também têm uma diferença de preço razoável.
Um amigo meu foi trocar os pneus e poupou cerca de 70 euros.
As compras de supermercado penso que também compensam, designadamente aquelas que são taxadas pelo máximo (16% em Espanha e que cá pagam 21%). E com a globalização que existe hoje em dia, até podemos encontrar marcas iguais aquelas que temos cá em Portugal!!!
Com estes exemplos vê-se bem como compensa ir fazer algumas compras a Espanha.
Para compensar, de volta fui almoçar a Santa Luzia (Tavira), capital do Polvo, onde petisquei uns belos choquinhos grelhados… por falta de parceiro para o arroz de polvo!
A opção dos nossos Governos em aumentar o IVA e os impostos sobre produtos petrolíferos e sobre o tabaco, provocou graves problemas às empresas sedeadas perto da fronteira.
Em termos do País como um todo, a diferença até poderá não fazer grande diferença, mas certamente o tecido empresarial de Vila Real de Sto. António e arredores sentirá bem fundo estes problemas. Para não falar do resto do País que faz fronteira com Espanha.
Por outro lado, não se pode pedir aos consumidores que comprem mais caro em Portugal e não vão a Espanha, em nome do interesse nacional. Até se pode pedir, mas com o custo de vida actual, as pessoas estão mais interessadas em defender o seu bolso, do que em contribuir para o aumento de receitas do Estado!!!
Com uma diferença na taxa do IVA de 5% (21% contra 16%) nos produtos e serviços de taxa máxima, será sempre uma tentação para quem está do lado de cá da fronteira dar o pulo e fazer as suas compritas. E ainda atesta o depósito, compra um tabaquito e poupa umas massas.
Porque se pretendem que a União Europeia seja um espaço de livre circulação de pessoas, bens e recursos financeiros, há que aproveitar as partes boas que esta situação proporciona.
Os sacrifícios pedidos pelo Governo aos Portugueses espera-se que sejam temporários. Depois de efectuada a racionalização da Função Pública e das efectivação das reformas anunciadas, espera-se que venham os resultados positivos. Com o início da retoma da economia que se espera há vários anos, que é sempre anunciada para breve e nunca mais chega, aguarda-se que o País possa voltar a uma vida fiscal mais harmoniosa, o mais possível semelhante à Espanhola, devolvendo a competitividade às empresa fronteiriças e aos nossos bolsos.
Até lá, resta-nos esperar pacientemente por dias melhores. E estas empresas fronteiriças terão que se aguentar até que a vida melhore, talvez reduzindo pessoal e contendo os custos ao máximo.
João Nuno C. Arroja Neves
Economista
Magazine do Algarve - Abril de 2006
Chegado a Ayamonte o primeiro obstáculo é estacionar. A única opção foi um ACNS (Arrumador de Carros Não Solicitado) que lá "arranjou" um lugar, que eu já tinha visto… Enfim, pago o serviço não pedido, lá fui para a zona comercial.
Nesse Sábado de manhã os Portugueses inundaram Ayamonte. Ouvia-se falar mais Português do que Espanhol!!! Comprei uma fato de carnaval para o bebé lá de casa, a preço bastante acessível e nesse tipo de lojas só se via Portugueses, todos a preparar o Carnaval deste ano.
Andei depois à procura de tabaco, pois como sabem com o aumento brutal no tabaco em Portugal e com a diminuição do preço em Espanha (as grandes empresas de tabaco baixaram bastante os preços na sequência da nova legislação anti-tabágica), a diferença é de cerca de 1 euro por maço. Como cada pessoa pode circular livremente com 4 volumes, pode-se conseguir uma poupança de 80 Euros!!!
Para finalizar fui atestar o carro. A gasolina sem chumbo 95 custa menos 28 cêntimos do que em Portugal! Atestei 40 Euros, o que em Portugal me teria custado 50 Euros! O gasóleo tem uma diferença de 10 cêntimos, o que também é convidativo. Ao que parece as bilhas de gás também têm uma diferença de preço razoável.
Um amigo meu foi trocar os pneus e poupou cerca de 70 euros.
As compras de supermercado penso que também compensam, designadamente aquelas que são taxadas pelo máximo (16% em Espanha e que cá pagam 21%). E com a globalização que existe hoje em dia, até podemos encontrar marcas iguais aquelas que temos cá em Portugal!!!
Com estes exemplos vê-se bem como compensa ir fazer algumas compras a Espanha.
Para compensar, de volta fui almoçar a Santa Luzia (Tavira), capital do Polvo, onde petisquei uns belos choquinhos grelhados… por falta de parceiro para o arroz de polvo!
A opção dos nossos Governos em aumentar o IVA e os impostos sobre produtos petrolíferos e sobre o tabaco, provocou graves problemas às empresas sedeadas perto da fronteira.
Em termos do País como um todo, a diferença até poderá não fazer grande diferença, mas certamente o tecido empresarial de Vila Real de Sto. António e arredores sentirá bem fundo estes problemas. Para não falar do resto do País que faz fronteira com Espanha.
Por outro lado, não se pode pedir aos consumidores que comprem mais caro em Portugal e não vão a Espanha, em nome do interesse nacional. Até se pode pedir, mas com o custo de vida actual, as pessoas estão mais interessadas em defender o seu bolso, do que em contribuir para o aumento de receitas do Estado!!!
Com uma diferença na taxa do IVA de 5% (21% contra 16%) nos produtos e serviços de taxa máxima, será sempre uma tentação para quem está do lado de cá da fronteira dar o pulo e fazer as suas compritas. E ainda atesta o depósito, compra um tabaquito e poupa umas massas.
Porque se pretendem que a União Europeia seja um espaço de livre circulação de pessoas, bens e recursos financeiros, há que aproveitar as partes boas que esta situação proporciona.
Os sacrifícios pedidos pelo Governo aos Portugueses espera-se que sejam temporários. Depois de efectuada a racionalização da Função Pública e das efectivação das reformas anunciadas, espera-se que venham os resultados positivos. Com o início da retoma da economia que se espera há vários anos, que é sempre anunciada para breve e nunca mais chega, aguarda-se que o País possa voltar a uma vida fiscal mais harmoniosa, o mais possível semelhante à Espanhola, devolvendo a competitividade às empresa fronteiriças e aos nossos bolsos.
Até lá, resta-nos esperar pacientemente por dias melhores. E estas empresas fronteiriças terão que se aguentar até que a vida melhore, talvez reduzindo pessoal e contendo os custos ao máximo.
João Nuno C. Arroja Neves
Economista
Magazine do Algarve - Abril de 2006
sábado, 4 de março de 2006
Amadora-1 Benfica-2
Sofrendo até ao último minuto, o golo fatal de Miccoli foi um alegria incrível...
E voltei a blogar...
E voltei a blogar...
quinta-feira, 20 de outubro de 2005
Presidenciais
O Prof. Cavaco Silva veio confirmar a candidatura que todos já esperavam.
Falou pouco e falou bem. Preocupado com o País, oferencendo-se para ajudar a combater este clima pessimista e decidido a contribuir para o desenvolvimento do País.
Os 4 candidatos de esquerda candidatam-se para que o Prof. Cavaco Silva perca. Para que não passeie sozinho na Av. da Liberdade.
Será preciso dizer mais alguma coisa?
Falou pouco e falou bem. Preocupado com o País, oferencendo-se para ajudar a combater este clima pessimista e decidido a contribuir para o desenvolvimento do País.
Os 4 candidatos de esquerda candidatam-se para que o Prof. Cavaco Silva perca. Para que não passeie sozinho na Av. da Liberdade.
Será preciso dizer mais alguma coisa?
Autarquicas em Faro
Durante a campanha autarquica não escrevi nada no blogue.
Entendi, enquanto membro da Comissão Política Concelhia (CPS) do PSD Faro, que não deveria interferir no processo, uma vez que a CPS não apoiava o Dr. José Vitorino.
Provou-se agora que a razão estava do nosso lado. Sempre que o PSD se dividiu (Oeiras, Gondomar e Faro), embora por motivos diferentes, o partido perdeu.
Provou-se que o Dr. Marques Mendes não soube lidar com o processo, oferencendo tudo o que o Dr. José Vitorino quis, desprezando as estruturas legítimas do seu partido. Agora quem vai ser oposição é a CPS, pois o Dr. Marques Mendes mantêm-se no seu gabinete da capital. Nós é que vamos gramar a pastilha criada pelo Dr. Marques Mendes. O mínimo que deveria fazer era vir a Faro e pedir desculpa aos militantes de Faro.
O Dr. José Vitorno fez o que lhe competia, esticando a corda ao máximo. Conseguiu o que se veio a provar ser uma vitória de Pirro. Escolheu todos os candidatos, definiu toda a estratégia, pediu até que os elementos da CPS não participassem na campanha. Infelizmente não soube aceitar a derrota e retirar-se para que se possa desenvolver um trabalho de oposição credível. Mantendo-se como vereador e não acatando as indicações da CPS como já referiu, a oposição ao PS será mais fraca. Mas, esta derrota veio comprovar que não existem homens providenciais. Afinal ele também é humano, igual ao comum dos mortais.
A derrota em Faro tem assim dois grandes derrotados: o Dr. Marques Mendes e o Dr. José Vitorino. E uma entidade que vai ter que gramar com a derrota para a qual não contribuiu: a Comissão Política Concelhia do PSD Faro.
Agora resta-nos 4 anos de trabalho duro de oposição e tentar que nas próximas eleições todo o partido esteja junto, rumando todos para o mesmo lado.
Entendi, enquanto membro da Comissão Política Concelhia (CPS) do PSD Faro, que não deveria interferir no processo, uma vez que a CPS não apoiava o Dr. José Vitorino.
Provou-se agora que a razão estava do nosso lado. Sempre que o PSD se dividiu (Oeiras, Gondomar e Faro), embora por motivos diferentes, o partido perdeu.
Provou-se que o Dr. Marques Mendes não soube lidar com o processo, oferencendo tudo o que o Dr. José Vitorino quis, desprezando as estruturas legítimas do seu partido. Agora quem vai ser oposição é a CPS, pois o Dr. Marques Mendes mantêm-se no seu gabinete da capital. Nós é que vamos gramar a pastilha criada pelo Dr. Marques Mendes. O mínimo que deveria fazer era vir a Faro e pedir desculpa aos militantes de Faro.
O Dr. José Vitorno fez o que lhe competia, esticando a corda ao máximo. Conseguiu o que se veio a provar ser uma vitória de Pirro. Escolheu todos os candidatos, definiu toda a estratégia, pediu até que os elementos da CPS não participassem na campanha. Infelizmente não soube aceitar a derrota e retirar-se para que se possa desenvolver um trabalho de oposição credível. Mantendo-se como vereador e não acatando as indicações da CPS como já referiu, a oposição ao PS será mais fraca. Mas, esta derrota veio comprovar que não existem homens providenciais. Afinal ele também é humano, igual ao comum dos mortais.
A derrota em Faro tem assim dois grandes derrotados: o Dr. Marques Mendes e o Dr. José Vitorino. E uma entidade que vai ter que gramar com a derrota para a qual não contribuiu: a Comissão Política Concelhia do PSD Faro.
Agora resta-nos 4 anos de trabalho duro de oposição e tentar que nas próximas eleições todo o partido esteja junto, rumando todos para o mesmo lado.
segunda-feira, 5 de setembro de 2005
Soares....
O Eng. Sócrates disse uma coisa que me espantou: que Soares era o único capaz de unir os Portugueses.
Algumas questões se levantam:
1-Os portugueses estão divididos?
2-Se Soares os uniu entre 1986 e 1996 quem os dividiu depois? Sampaio? Guterres?
3-Qual a estratégia de Soares para nos unir a todos, irmãos divididos?
Tudo bem que não pode dizer que a única pessoa que arranjou com hipóteses de ganhar tem 81 anos, mas esta conversita deve estar uns 20 anos desactualizada...
Algumas questões se levantam:
1-Os portugueses estão divididos?
2-Se Soares os uniu entre 1986 e 1996 quem os dividiu depois? Sampaio? Guterres?
3-Qual a estratégia de Soares para nos unir a todos, irmãos divididos?
Tudo bem que não pode dizer que a única pessoa que arranjou com hipóteses de ganhar tem 81 anos, mas esta conversita deve estar uns 20 anos desactualizada...
segunda-feira, 25 de julho de 2005
Informação de última hora
O PS tentou convidar D. Afonso Henriques para candidato presidencial.
Uma vez que este se mostrou indisponivel, optaram pelo Soares!
Uma vez que este se mostrou indisponivel, optaram pelo Soares!
sexta-feira, 22 de julho de 2005
Trapalhadas
Porque será que quando uns fazem coisas erradas são trapalhadas e quando são outros a fazerem são lapsos perfeitamente normais?
Por exemplo: "Teixeira dos Santos não entrega declaração de rendimentos desde 2000, diz Renascença"
Isto é um lapso ou uma trapalhada?
Outro exemplo: Um Ministro demite-se após 4 meses de Governo devido a "Motivos pessoais, familiares e cansaço".
Todos dizem que foi por estar contra o novo Plano de Insvestimentos do Governo, em especial o TGV e o Aeroporto da Ota. No passado Sábado fez um artigo em que punha em causa investimento público sem qualidade, podendo-se ler nas entrelinhas uma crítica ao Plano de Investimentos do Governo.
Isto é um lapso ou uma trapalhada?
Mais um: Prometer não aumentar impostos e depois aumentar tudo o que é imposto.
Isto é um lapso ou uma trapalhada?
Eis as definições:
Lapso: erro, engano involuntário
Trapalhada: confusão;
A ver se os lapsos e as trapalhadas não são sempre para os mesmos...
Por exemplo: "Teixeira dos Santos não entrega declaração de rendimentos desde 2000, diz Renascença"
Isto é um lapso ou uma trapalhada?
Outro exemplo: Um Ministro demite-se após 4 meses de Governo devido a "Motivos pessoais, familiares e cansaço".
Todos dizem que foi por estar contra o novo Plano de Insvestimentos do Governo, em especial o TGV e o Aeroporto da Ota. No passado Sábado fez um artigo em que punha em causa investimento público sem qualidade, podendo-se ler nas entrelinhas uma crítica ao Plano de Investimentos do Governo.
Isto é um lapso ou uma trapalhada?
Mais um: Prometer não aumentar impostos e depois aumentar tudo o que é imposto.
Isto é um lapso ou uma trapalhada?
Eis as definições:
Lapso: erro, engano involuntário
Trapalhada: confusão;
A ver se os lapsos e as trapalhadas não são sempre para os mesmos...
quinta-feira, 7 de julho de 2005
Luís Filipe Vieira na festa da Casa do Benfica de Faro
Jantar comemora 11.º aniversário
O presidente do Sport Lisboa e Benfica vai estar em Faro, no próximo dia 16 de Julho, para participar no jantar do 11.º aniversário da Casa do Benfica de Faro.
Os benfiquistas da capital algarvia vão promover uma Festa dos Campeões, homenageando a equipa campeã nacional em 2004/2005. Na iniciativa, marcada para as 20:00 horas, deverão estar também presentes velhas glórias do Benfica.
A presença no jantar custará 15 euros aos eventuais interessados, que poderão comprar bilhetes na Casa do Benfica de Faro(289-872247).
O presidente do Sport Lisboa e Benfica vai estar em Faro, no próximo dia 16 de Julho, para participar no jantar do 11.º aniversário da Casa do Benfica de Faro.
Os benfiquistas da capital algarvia vão promover uma Festa dos Campeões, homenageando a equipa campeã nacional em 2004/2005. Na iniciativa, marcada para as 20:00 horas, deverão estar também presentes velhas glórias do Benfica.
A presença no jantar custará 15 euros aos eventuais interessados, que poderão comprar bilhetes na Casa do Benfica de Faro(289-872247).
domingo, 3 de julho de 2005
Fui à FNAC Albufeira!
Finalmente lá fui.
Esperava que fosse um pouco maior, mas o espeço reservado para a FNAC tem um espaço algo reduzido. Penso que a secção de livros é algo inferior às outras FNAC's (Colombo, Chiado, etc), o bar/sala de apresentações de CD's, livros, etc é algo acanhada, mas o balanço é francamente positivo. O Algarve já merecia uma infraestrutura deste tipo.
Infelizmente fica em Albufeira, que não tem massa crítica para um projecto destes. Oxalá me engane.
Faro seria a opção ideal, mas algumas histórias que ficaram por contar, ainda irão revelar o porquê de não ter aberto na capital. O Fórum Algarve (Faro) tinha o espaço necessário disponível, porque não foi para lá porquê??? Quem souber que responda!!!
Esperava que fosse um pouco maior, mas o espeço reservado para a FNAC tem um espaço algo reduzido. Penso que a secção de livros é algo inferior às outras FNAC's (Colombo, Chiado, etc), o bar/sala de apresentações de CD's, livros, etc é algo acanhada, mas o balanço é francamente positivo. O Algarve já merecia uma infraestrutura deste tipo.
Infelizmente fica em Albufeira, que não tem massa crítica para um projecto destes. Oxalá me engane.
Faro seria a opção ideal, mas algumas histórias que ficaram por contar, ainda irão revelar o porquê de não ter aberto na capital. O Fórum Algarve (Faro) tinha o espaço necessário disponível, porque não foi para lá porquê??? Quem souber que responda!!!
quarta-feira, 29 de junho de 2005
Fugas nas redes das autarquias chegam aos 45%
Mais uma notícia sobre este assunto que, confesso, me faz muita confusão.
Há muitos municípios com perdas acima dos 40 a 45% ", confirmou ao Observatório do Algarve Campos Correia
Primeiro, este assunto só veio à baila porque há falta de água. Se não faltasse água, ninguém se preocupava com perdas de 40 a 45%!!!!
Segundo, parece lógico que as Câmaras não têm investido nas redes de abastecimento.. certamente porque estando debaixo de terra dão poucos votos!!!!
Terceiro, se já vamos no QCA III ainda não houve verbas para este assunto???
Para já vão fazer pequenas reparações, que poderão dominuir as perdas em 10%.
Pedem-nos para poupar água, mas à nossa torneira já só chegam 55 a 60% da água que saiu da barragem ou do furo...
O que significa que a água poderia ser, pelo menos, 25% mais barata... (parece que uma perda de 17% é aceitável... é o caso de Portimão).
Obras devidamente estruturadas que nos façam ter uma gestão eficiente da água, já!
Também no vialgarve
Há muitos municípios com perdas acima dos 40 a 45% ", confirmou ao Observatório do Algarve Campos Correia
Primeiro, este assunto só veio à baila porque há falta de água. Se não faltasse água, ninguém se preocupava com perdas de 40 a 45%!!!!
Segundo, parece lógico que as Câmaras não têm investido nas redes de abastecimento.. certamente porque estando debaixo de terra dão poucos votos!!!!
Terceiro, se já vamos no QCA III ainda não houve verbas para este assunto???
Para já vão fazer pequenas reparações, que poderão dominuir as perdas em 10%.
Pedem-nos para poupar água, mas à nossa torneira já só chegam 55 a 60% da água que saiu da barragem ou do furo...
O que significa que a água poderia ser, pelo menos, 25% mais barata... (parece que uma perda de 17% é aceitável... é o caso de Portimão).
Obras devidamente estruturadas que nos façam ter uma gestão eficiente da água, já!
Também no vialgarve
segunda-feira, 27 de junho de 2005
Seca: Algarve quer diminuir desperdício de água
O desperdício de água em terras algarvias está acima dos trinta milhões de metros cúbicos por ano, o que representa cerca de 30 a 40 % do consumo.
O presidente da Junta Metropolitana do Algarve, Macário Correia, diz que a situação não pode continuar: "Não podemos perder a água ingloriamente, sem ser facturada, sem passar pelos contadores, entrando em rupturas diversas, quebras de canalizações. Isso é que se tem que evitar e é o que temos estado a fazer".
Já não era sem tempo... Andamos todos a pagar estes 30 ou 40% desperdicaçados... Com tantos apoios comunitários, só em 2005 é que se lembram que existe esta monstruosidade de despedício? Se não houvesse seca, se calhar nem era notícia...
Também no vialgarve
O presidente da Junta Metropolitana do Algarve, Macário Correia, diz que a situação não pode continuar: "Não podemos perder a água ingloriamente, sem ser facturada, sem passar pelos contadores, entrando em rupturas diversas, quebras de canalizações. Isso é que se tem que evitar e é o que temos estado a fazer".
Já não era sem tempo... Andamos todos a pagar estes 30 ou 40% desperdicaçados... Com tantos apoios comunitários, só em 2005 é que se lembram que existe esta monstruosidade de despedício? Se não houvesse seca, se calhar nem era notícia...
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Governo pode ter de alterar números do Rectificativo
O Governo pode ter de alterar alguns dados incluídos na proposta de Orçamento Rectificativo para 2005, entregue sexta-feira na Assembleia da República. A notícia é avançada pelo jornal «Diário Económico» que diz que «as contas não batem certo». Para o PSD, tudo não passa de uma trapalhada.
Quem com ferros mata, com ferros morre...
Também no vialgarve
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sábado, 25 de junho de 2005
IVA a 21% - a opção Espanha...
Já ouço pessoal a dizer que vai a Espanha fazer compras (algumas de supermercado, roupa, sapatos, etc)... com IVA a 15% (diferença de 6%), vale a pena...
E ainda se pode atestar o depósito e poupar mais uma mão cheia de Euros... pois também aí se poupa no IVA...
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E ainda se pode atestar o depósito e poupar mais uma mão cheia de Euros... pois também aí se poupa no IVA...
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quinta-feira, 23 de junho de 2005
Quem é responsável pelo Orçamento 2005?
O Orçamento 2002 foi herdado após as eleições de 17 de Março de 2002. O Governo então eleito teve que se haver com um orçamento que não era dele e foi obrigado a desenrascar-se para conseguir alcançar o melhor resultado possível.
A responsabilidade do défice do orçamento 2002 foi do Governo PSD/PP.
O Orçamento 2005 foi herdado após as eleições de 20 de Fevereiro de 2005. O Governo então eleito apressou-se a dizer que o orçamento não era dele, mandou o Governador do Banco de Portugal simular o défice caso existisse um Governo congelado (leia-se que não fizesse nada até ao final do ano) e já foi dizer a bruxelas que este ano e nos próximos o défice vai ser uma desgraça.
A responsabilidade do défice do orçamento 2005 vai ser do Governo PSD/PP.
Refira-se que o Governo eleito em 2005 começou a governar mais cedo do que o eleito em 2002 (Março contra Abril).
Engraçado, não é?
Também no vialgarve
A responsabilidade do défice do orçamento 2002 foi do Governo PSD/PP.
O Orçamento 2005 foi herdado após as eleições de 20 de Fevereiro de 2005. O Governo então eleito apressou-se a dizer que o orçamento não era dele, mandou o Governador do Banco de Portugal simular o défice caso existisse um Governo congelado (leia-se que não fizesse nada até ao final do ano) e já foi dizer a bruxelas que este ano e nos próximos o défice vai ser uma desgraça.
A responsabilidade do défice do orçamento 2005 vai ser do Governo PSD/PP.
Refira-se que o Governo eleito em 2005 começou a governar mais cedo do que o eleito em 2002 (Março contra Abril).
Engraçado, não é?
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quarta-feira, 22 de junho de 2005
Frases importantes para reflexão
Existe um povo no ocidente da Peninsula Ibérica que não se governa, nem se deixa governar.
Como pode correr bem a vida de um País que começou com um filho a bater numa mãe?
Como pode correr bem a vida de um País que começou com um filho a bater numa mãe?
Referendo Europeu
O Prof. Cavaco cede percebeu que de nada valia fazer um referendo sobre o Tratado Europeu em Portugal, quando os Franceses e os Holandeses já tinham dito não.
O Eng. Sócrates respondeu que os Portugueses também tinham o direito de se pronunciarem sobre o tratado.
Dias passados, parece que os Portugueses não vão ter para já o direito de se pronunciarem...
Durão Barroso referiu o efeito contaminação do "Não" Francês e Holandês como motivo para suspender todos os referendos e demais votações em toda a Europa.
É contaminação porque é do "Não". Se fosse do "Sim" seria o espírito Europeu a brotar por essa Europa fora.
O que me irrita nestas cenas da Europa é que todo o "aparelho" nos manda votar "Sim". O PR, o PM, PS, PSD, CDS/PP, etc. O que eles pensam é isto: "Vamos lá fazer um referendo sobre a Europa. Bom, como vocês se estão borrifando para o referendo, vai ser junto às autarquicas, senão vocês não vão às urnas! E se fazemos referendo é para ganhar o "Sim""
Lembro-me de quando a Dinamarca votou "Não" num qualquer tratado anterior (penso ue Maastricht). A opção foi voltar a fazer outro referendo para que pudessem dizer "Sim". E lá disseram a muito custo...
Agora já se fala em novos referendos em França e na Holanda para ver se fazem a malta dizer "Sim".
Porque não repetir o de Espanha para ver se agora dizem "Não"?
Ainda bem que não há referendo em Outubro. Deverá ser sozinho, sem mais eleição nenhuma, para que se veja o que realmente os Portugueses pensam da Europa. Começando pela abtenção muito haverá para dizer...
Não é que seja fanático do "Não", mas irrita-me solenemente quando numa contenda democrática uma das opções é mal vista, parecendo até que fica mal perfilhá-la...
O Eng. Sócrates respondeu que os Portugueses também tinham o direito de se pronunciarem sobre o tratado.
Dias passados, parece que os Portugueses não vão ter para já o direito de se pronunciarem...
Durão Barroso referiu o efeito contaminação do "Não" Francês e Holandês como motivo para suspender todos os referendos e demais votações em toda a Europa.
É contaminação porque é do "Não". Se fosse do "Sim" seria o espírito Europeu a brotar por essa Europa fora.
O que me irrita nestas cenas da Europa é que todo o "aparelho" nos manda votar "Sim". O PR, o PM, PS, PSD, CDS/PP, etc. O que eles pensam é isto: "Vamos lá fazer um referendo sobre a Europa. Bom, como vocês se estão borrifando para o referendo, vai ser junto às autarquicas, senão vocês não vão às urnas! E se fazemos referendo é para ganhar o "Sim""
Lembro-me de quando a Dinamarca votou "Não" num qualquer tratado anterior (penso ue Maastricht). A opção foi voltar a fazer outro referendo para que pudessem dizer "Sim". E lá disseram a muito custo...
Agora já se fala em novos referendos em França e na Holanda para ver se fazem a malta dizer "Sim".
Porque não repetir o de Espanha para ver se agora dizem "Não"?
Ainda bem que não há referendo em Outubro. Deverá ser sozinho, sem mais eleição nenhuma, para que se veja o que realmente os Portugueses pensam da Europa. Começando pela abtenção muito haverá para dizer...
Não é que seja fanático do "Não", mas irrita-me solenemente quando numa contenda democrática uma das opções é mal vista, parecendo até que fica mal perfilhá-la...
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